Sábado, 27 de Janeiro de 2007

frutos

 

duvido que seja para ti real. mais como um sonho, talvez.

também não comprometo a minha existência em satisfazer a tua necessidade de mim, quando não é de mim que precisas. afirmo-me livre. afirmo-te livre.

ofereces-me flores, mas não verificas que as flores são produtos inacabados de plantas rasteiras e sem graça. oferecesses-me antes frutos. frutos de comer.  

de todos os frutos, escolhe a maçã.

não me apontes, porém, mais tarde, o dedo acusador. não serei paciente com um adão comprometido com a culpa.

 

escrito por divergência instintiva às 16:02

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